:::::::::::::::::::RUY VENTURA:::::
 
Dois livros de Carlos Garcia de Castro
DIÁLOGO INCESSANTE
Ruy Ventura conversa com Wilmar Silva
UMA DESNECESSIDADE ORTOGRÁFICA
São Paulo, de Pascoaes
(alguns apontamentos)
LEVEZA, RIGOR E LUMINOSIDADE
(sobre a arte de Saúl Dias e de Julio)
Sobre Sebastião da Gama
ANTONIO SÁEZ DELGADO: DIAS, FUMO
Tradução de Ruy Ventura
[de Luiz Pacheco aos seus abutres]
AL BERTO E JOAQUIM CARDOSO DIAS
(Vislumbres de uma Amizade)
OS AFORISMOS DE ANTÓNIO RAMOS ROSA
(brevíssimo apontamento seguido de antologia)
Anotações
PROSÉLITOS DO NEONATURALISMO
POESIA ORAL COM AUTOR:
UM TERRITÓRIO ULTRAPERIFÉRICO
2007
AS PALAVRAS DE BENTO
PESSOA E PASCOAES
HABITAÇÃO DO TEMPO
FRAGMENTOS DE UM RETÁBULO
 

RUY VENTURA (Portalegre, 1973) é professor na península da Arrábida. Publicou, em poesia, Arquitectura do Silêncio (Lisboa, 2000; Prémio Revelação de Poesia, da Associação Portuguesa de Escritores), sete capítulos do mundo (Lisboa, 2003), Assim se deixa uma casa (Coimbra, 2003) e Um pouco mais sobre a cidade (Villanueva de la Serena, 2004) e O lugar, a imagem (Badajoz, 2006 – no prelo). Organizou as antologias Poetas e Escritores da Serra de São Mamede (Vila Nova de Famalicão, 2002), Contos e Lendas da Serra de São Mamede (Almada, 2005) e Em memória de J. O. Travanca-Rêgo e Orlando Neves (na revista Callipole, nº 13, Vila Viçosa, 2005) e o livro José do Carmo Francisco, uma aproximação (Almada, 2005). Traduziu a antologia 20 Poetas Espanhóis do Século XX (Coimbra, 2003) e os livros de poemas Dias, Fumo, de Antonio Sáez Delgado (Coimbra, 2003), Jola, de Ángel Campos Pámpano (Badajoz, 2003) e A Árvore-das-Borboletas, de Anton van Wilderode (Badajoz, 2003). É colaborador de várias revistas nacionais e estrangeiras, nomeadamente espanholas, brasileiras e americanas. Como ensaísta, tem escrito sobre Poesia Contemporânea, Literatura Tradicional e/ou Oral e Toponímia.

 

 




 



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