DIDINHO

POEMAS - INDEX

Sintinela ka ta durmi

Poeticamente

Semente

Sai Satanás, sai!

Chora, chora, mãe Guiné...

Era uma vez um povo...

A ponte

Pátria minha

Beto meu irmão

Minha terra, meu umbigo...

És mãe

Este Natal seria diferente...

Em memória de Valeriano Luiz da Silva

Sai Satanás, sai!

Hoje vi teus olhos carregados de ódio

de muito ódio

parecias um demónio

parecias não,

és um demónio



Estavas lá a dar a cara

a dar a voz

pelos crimes de outros

demónios como tu



Ouvi-te mentindo

ouvi-te ameaçando

afinal,

não esqueceste o teu passado

de mentiras, intrigas e crimes...



Se o amanhã existir

da luta de hoje

poderemos todos dizer

sai Satanás, sai!

DIDINHO (Fernando Casimiro)
http://www.didinho.org/apoesiadefernandocasimiro.htm

http://senegambia.blogspot.com/

 

 

 

 




 



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