::::::::::::Bruno Prado:::::::
LÍQUEN
Renúncia
“a linguagem como linguagem para a linguagem”
Martin Heidegger

O sinal inscrito no inexplicável —
Selvagem, abrindo-se para o ocaso.
Outro — surgindo à intempérie,
Petrificado — sob a terra negra.
A quietude e o desprendimento;
Uma árvore erguida na madrugada.

Poemas do livro "Líquen"

Bruno Prado – Poeta e jornalista paulistano, 26 anos. Atualmente trabalha com planejamento estratégico para uma consultoria. Publicou O Homem Invisível, na antologia (Vários autores) O Conto Brasileiro Hoje. São Paulo: RG Editores, 2005. Trabalha para a edição do Líquen, primeiro livro de poesia.
E-mail: brlopes@gmail.com
 

 

 

 




 



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