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DICIONÁRIO
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MÁRIO CLÁUDIO |
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| Mário Cláudio, pseudónimo de Rui Manuel Pinto Barbot Costa, nasceu no Porto em 1941. Frequentou o curso de Direito em Lisboa, tendo-o terminado na Universidade de Coimbra. Frequentou a Universidade de Londres, graduando-se como Master of Arts. De regresso a Portugal, tem exercido funções como técnico do Museu Nacional de Literatura e como professor universitário. Ganhou o prémio APE de Romance e Novela em 1984 com a obra Amadeo. É considerado um dos mais importantes autores portugueses das últimas duas décadas. Embora se tenha dedicado à poesia, ao teatro e ao ensaio, é no romance que Mário Cláudio mais se tem destacado. Em 2004 foi agraciado com o Prémio Fernando Pessoa.
Obras de ficção: Um Verão Assim (1974), As Máscaras de Sábado (1976), Damascena (1983), Amadeo (1984), Guilhermina (1986), A Fuga para o Egipto (1987), Rosa (1988), A Quinta das Virtudes (1990), Tocata para Dois Clarins (1992), Trilogia da Mão (1993), Itinerários (contos, 1993), As Batalhas do Caia (1995), Dois Equinócios (contos, 1996), O Pórtico da Glória (1997), O Último Faroleiro de Muckle Flugga (1998), Peregrinação de Barnabé das Índias (1998), Ursamaior (2000), O Anel de Basalto e Outras Narrativas (narrativas, 2002), Oríon (romance, 2003), Gémeos (romance, 2004) . Obras poéticas: Ciclo de Cypris (1969), Sete Solstícios (1972), A Voz e as Vozes (1977), Estâncias (1980), Terra Sigillata (1982), Dois Equinócios (1996). Teatro: Noites de Anto (1988), A Ilha de Oriente (1989), Henriqueta Emília da Conceição (1997) e O Estranho Caso do Trapezista Azul (1998). Outras obras: Fotobiografia de António Nobre (2001), Meu Porto (2001). IN: http://web.ipn.pt/literatura/mclaudio.htm |
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