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DICIONÁRIO
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Armando Nascimento Rosa (Évora, 1966) é actualmente o mais representado dos dramaturgos portugueses vivos, não encenadores. Nos últimos cinco anos, desde a sua estreia cénica em 2000 pela Comuna - Teatro de Pesquisa, foram nove as produções de peças suas, apresentadas em palcos de Lisboa, Évora, Funchal, Porto, Setúbal, Montemor-o-Novo, Coimbra, Estremoz, Montijo, Almada e Badajoz. De entre as suas peças encenadas e/ou publicadas, contam-se os títulos: Maria de Magdala (Lisboa, Parceria A. M. Pereira, 2005); O Túnel dos Ratos e A Última Lição de Hipátia (Porto, Campo das Letras, 2004); Um Édipo (Évora, Casa do Sul, 2003; edição norte americana pela Spring Journal Books, em 2006); Audição - Com Daisy ao Vivo no Odre Marítimo (Évora, Casa do Sul, 2002); Espera Apócrifa (Lisboa, Cosmos, 2000); e Lianor no País sem Pilhas (Porto, Campo das Letras, 2001), distinguida com o Prémio Revelação Ribeiro da Fonte em 2000. Doutorado em Literatura Portuguesa Dramática - séc. XX, pela Universidade Nova de Lisboa, é autor dos volumes de ensaio: As Máscaras Nigromantes - Uma Leitura do Teatro Escrito de António Patrício (2003); e Falar no Deserto - Estética e Psicologia em Samuel Beckett (2000). Membro da International Association for Jungian Studies, é professor de Teoria/Estética e Escrita Teatral na Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa, desde 1998. |
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| Armando Nascimento Rosa, conferencista em Araraquara, no curso da III Semana de Estudos Teatrais da UNESP - Universidade Estadual Paulista (2004) | ||
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