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.JOSÉ EDUARDO FRANCO
O CRISTIANISMO E O PROGRESSO
A Resposta de D. António da Costa a Antero de Quental
"Não nos achamos apenas em presença de um objecto histórico abstracto; não nos podemos interessar pelo que está morto, passado, pois tais coisas só podem satisfazer a erudição e a vaidade (...). Devemos estar presentes, mesmo em face daquilo que à primeira vista se apresenta como passado. Nostra res agitur ". Hegel (1)

Considerações preliminares

Percurso político e pedagógico-cultural de António da Costa
A polémica entre o cristianismo e o progresso
Explosão do cientismo e a expansão das ideologias
Distanciamento do Magistério Eclesiástico
Perplexidade no seio dos católicos
Compatibilidade entre o Cristianismo e o Progresso
O cristianismo como fonte do verdadeiro progresso
A caridade e a liberdade como expressões perfeitas do progresso
Formas de progresso que o cristianismo incentivou
A visão do progresso no século xix
Elogios e críticas
Educação e progresso

Conclusões

 
(1) Hegel, "Vorlesungen über die Geshichte der Philosophie. Einleitung: System und. Geschichte der Philosophie", in Sämtliche Werte. Kristiche Ausgabe, Vol. XV, ed. de Johannes Hoffmeister, Leipzig , 1944, pp. 134-135.
 
JOSÉ EDUARDO FRANCO é ensaísta e historiador.
   

 

 

 


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