Yasmin Jamil Nadaf..

Dezembro é tempo de almanaque

Assim as semanas, assim os meses, assim os anos. E choviam almanaques, muitos deles entremeados e adornados de figuras, de versos, de contos, de anedotas, de mil coisas recreativas. E choviam. E chovem. E hão de chover almanaques. O Tempo os imprime, Esperança os brocha; é toda a oficina da vida. (Machado de Assis na crônica de 1890, intitulada “Como se inventaram os almanaques”)

Sim ainda hoje chovem almanaques. Uma chuvinha miúda, é certo, e não uma chuva na proporção a que se referiu o escritor carioca na epígrafe acima. Sinônimo de tempo, e das necessidades úteis e fúteis do indivíduo com o seu ritual diário, o almanaque mudou em resposta às transformações do mundo moderno. O seu modelo inicial diluiu e metamorfoseou-se em outros veículos de comunicação de massa com objetivos similares aos seus: o de entreter e informar.

Filhotes do tempo que nos fala o mestre Machado temos hoje o Almanaque do Pensamento, e o Almanaque Brasil de Cultura Popular generosamente distribuído aos passageiros a bordo dos aviões da TAM. Cito esses porque me são os mais próximos na atualidade. Eu os leio e coleciono. O primeiro é focado na astrologia: previsões astrológicas, horóscopo chinês, tábua lunar e planetária, datas festivas, feriados e festas religiosas, entre outras curiosidades centradas no tempo, enquanto o segundo é uma réplica (intertextual) dos almanaques tradicionais, com aquele aspecto de “bazar asiático” onde cabe de tudo um pouco: cultura e ciência popular e erudita, fatos históricos, humor, receitas caseiras, conselhos diversos, palavras cruzadas e a indefectível carta enigmática.

Com a circulação restrita dos antigos almanaques, ou almanak, ou almanack, ou ainda almanach, como foram grafados, quem possui os primeiros modelos – como eu – guarda-os como relíquia a ser desfrutada deliciosamente, e de preferência neste mês que encerra o ano porque nos vem à memória que dezembro é tempo de almanaque.

Desde menina sou leitora assídua do gênero. Quando estava prestes a chegar o mês de dezembro – da distribuição gratuita desse impresso pelas farmácias de todo o país – lá ia diariamente na farmácia do Sr. Benedito Gabriel (na rua de baixo onde eu morava): “ _ Já chegou?” E nem precisava completar “o quê” porque todos ali sabiam que eu me referia aos almanaques de farmácia, e de modo especial o do Biotônico Fontoura que atravessou minha infância e pré-adolescência. Toda criança do meu tempo de criança conhecia o Biotônico Fontoura. Todas o provaram (e aprovaram) porque todas queriam crescer fortes e sadias, como ditava o rótulo do vidro desse “milagroso” xarope.

O Almanaque do Biotônico (depois Almanaque Fontoura) foi criado, redigido e ilustrado em 1920 por Monteiro Lobato, nele introduzindo o personagem Jeca Tatu, um caipira que fez tanto sucesso que posteriormente passou a integrar as páginas dos livros do escritor. Lobato era amigo do farmacêutico Cândido Fontoura o que explica a iniciativa de sua criação: o laboratório trazia em seu catálogo o fortificante Biotônico entre outros medicamentos que combatiam a lassidão e as verminoses espalhadas pelos quatro cantos do país, e Jeca era um portador do “amarelão” curado com a Ankilostomina Fontoura. A popularidade desse almanaque foi tamanha que sua tiragem oscilou entre dois e três milhões e meio de exemplares durante as décadas de 1930 a 1970.

Da coleção desse almananque guardei alguns exemplares. Gostava de ler e ver aquela história em quadrinhos do Jeca Tatuzinho dentro de uma revista séria, entregue nas farmácias, e o que para mim conferia uma maior notoriedade a esse gibi quando comparado aos demais comprados nas bancas, que eu ia adquirindo e também colecionando. Farmácia, nessa época, era vista como um espaço sagrado, de respeito, habitado por gente com propriedade para curar as nossas dores e feridas.

Na seqüência, o Almanaque Abril foi outro fiel companheiro dos meus tempos de menina. Eles serviam para facilitar a confecção das minhas tarefas escolares porque, contrariamente aos almanaques de farmácia, estes priorizavam a ciência letrada, culta, dispensando a ciência popular, alma dos almanaques tradicionais.

Nas duas últimas décadas me regalo com os citados Almanaque do Pensamento para as previsões reservadas ao ano vindouro, e o Almanaque Brasil de Cultura Popular para entretenimento, somados a uma variedade de velhos almanaques que vou adquirindo em sebos espalhados pelo Brasil e que me proporcionam um prazer indescritível de retorno a uma grata faceta do meu passado quando me via uma curiosa leitora-mirim da escrita popular ou erudita sem descriminação; eu amava os almanaques e gibis como amava os clássicos da literatura universal. Igualmente, tais impressos, levam-me satisfatoriamente ao passado da cultura popular brasileira, permitindo-me vislumbar o patrimônio histórico de real valor que carregam; nascente para pesquisas e descobertas à mercê dos interessados.

Independente da temática central a que serviam ou a que servem todos os almanaques estão relacionados ao tempo – ano, mês, semana, dia, sol, lua e todas as estrelas – o que justifica a presença imprescindível do calendário que marca o ritmo da vida. Aliás, algumas editoras distribuiam os livretos com um discreto cordãozinho de barbante introduzido em um pequeno furo no início da margem esquerda de alguns almanaques para sua possível fixação nas paredes ou nas portas das casas dos moradores de menor baixa renda ou do meio rural. Pensavam certamente no fácil manuseio do impresso com o passar dos meses do ano.

Em minha eclética coleção há almanaques para todos os gostos e sabores. Almanaques com variedades, do tipo “tem de tudo”, como o Almanach Bertrand, o Almanach Eu Sei Tudo, e o Almanaque do Correio da Manhã, e outros que se limitavam a assuntos mais específicos como o Almanak do Mensageiro da Fé, com ênfase na divulgação da religião católica, o Almanaque Agrícola Chácaras e Quintaes, com destaque para a agricultura e avicultura, e o Almanaque Andorinha, com a atenção voltada para a exposição dos produtos de uma fábrica de tecidos. O maior volume desse grande veículo de (in)formação/entrenenimento que armazeno se inscreve nos almanaques de farmácia, talvez por serem os de minha preferência. Nessa linha a lista de títulos é extensa e reúne indiscriminadamente os de menor e os de maior circulação a seu tempo, tais como o Almanaque d’A Saúde da Mulher, o Almanaque Capivarol, o Almanaque do Dr. Schilling, o Almanaque Brasil, o Almanaque Ilustrado de Bristol, o Almanaque Xarope S. João, o Almanaque do Licor de Cacau Xavier, o Almanaque do Elixir Prata, o Almanaque Iza, o Almanaque Renascim Sadol, além do já citado Almanaque do Bitônico. [A listagem completa do meu acervo pode ser apreciada no quadro em Anexo].

Nesses almanaques, os principais produtos e medicamentos oriundos de seus fabricantes-editores eram proclamados de modo fervoroso através de propagandas, algumas ilustradas e outras não, ou das cartas de leitores que haviam sido curados com este ou aquele medicamento. Cartas de médicos aconselhando a eficácia das “fórmulas farmacêuticas” dividiam o mesmo espaço tipográfico. A relação desses medicamentos parece ser algo infindável, mas não se pode excluí-los de um artigo dessa natureza porque os almanaques de farmácia surgiram a priori para difundí-los. Entre os mais populares anotamos as Pilulas de Vida do Dr. Ross, as Pilulas Catharticas do Dr. Ayer, o Mistol e o Nujol do Dr. Schilling, as Pequenas Pilulas de Reuter, o Capivarol [“rei dos tônicos”], o Cognac de Alcatrão Xavier, o Licor de Cacau, o Biotônico Fontoura [o “fortificante de todas as gerações”], o Xarope S. João, o Sadol, o Melagrião, o Renascim, as Pilulas de Bristol [o “purgante caseiro de excelência”], a Pomada Minancora, o Xarope de Pepsina, o Tônico Salvol, e uma prateleira de elixires: o Elixir Brasil, o Elixir de Inhame Goulart, o Elixir Prata, e o Elixir Nogueira. Todos eles seguidos de um “cardápio” de beleza que seus respectivos laboratórios ofereciam aos seus clientes para a saúde do corpo – colônias, sabonetes, talcos, pastas dentárias, óleos bronzeadores e tonificantes. Uma pungente oferta para a beleza física e mental.

Vivíamos num Brasil de sífilis, gonorréias, flores brancas, tuberculose, tosses e resfriados, raquitismo, anemia, desnutrição, frieiras e coceiras na pele, e amarelões (ou opilações), este último considerado o maior flagelo nacional. E os almanques de farmácia, somando-se aos almanaques gerais, assumiram a tarefa de educar sanitária e moralmente um grande número de brasileiros, vítimas desse triste cenário. Contando com a vantagem de chegar a rincões que outros veículos impressos não chegavam, e, melhor, sem nenhum custo financeiro para o leitor que os recebia gratuitamente por cortesia das indústrias farmacêuticas, esses periódicos atuaram como um importante veículo ideológico, estampando uma escancarada “cruzada civilizatória” que adveio do final do século XIX e ganhou forças no começo do século XX, e cujo objetivo era transformar o Brasil num território culto e imune das doenças endêmicas e epidêmicas. O Brasil real, negativo, nem o governo nem as indústrias farmacêuticas tinham o interesse de mostrar lá fora, ao capital estrangeiro. Assim, além de pedagógico, esses almanaques transformaram-se em agentes políticos – de civilização e de progresso –, cujo entorno além do entretenimento era divulgar regras de higiene, de saúde e de beleza.

Nesse sentido, colhemos as palavras publicadas na página de abertura do Almanach d’A Saude da Mulher para o ano de 1932:

Saúde e Felicidade! É o que ao “Almanach d’A Saude da Mulher para 1932” se oferece de mais afetuoso para desejar a seus leitores, no limiar do Ano Novo. E, ao formular esse voto, este almanaque o faz com a plena consciência e com a inteira certeza do quanto lhe é dado colaborar na sua realização, graças ao contingente de possibilidades com que concorre para a Saúde e, portanto, para a Felicidade de seus amigos: é que a Saúde, – sem a qual a ventura é sempre ilusória e vã, – encontra aqui os elementos necessários à sua conservação e à sua reconquista quando a tenham atingido as doenças inimigas e traiçoeiras.

Na seqüência destas páginas, prontos para o embate, desfilam, vigilantes, os antigos “Paladinos da Saúde” que se chamam “A Saúde da Mulher”, “Bromil”, “Nutrion”, “Pomada Boro-Boracica”, “Neo-Necatorina” e “Odol” e que, à primeira exortação de socorro, os enfermos se habituaram a ver a seu lado como os Fulminadores invencíveis dos males a cuja extinção se destinam.

Com tal guarda como garantia da Saúde, ficam os leitores aparelhados para enfrentar os obstáculos mais diretamente capazes de deter o passo à marcha da Felicidade ampla e perfeita que lhes deseja o “Almanach d’A Saude da Mulher para 1932”.

Paralelamente a essa empresa, tais impressos ajudavam a diminuir a estatística dos analfabetos, visto que muitos deles serviram de cartilha [improvisada] para o estudo do A-B-C-D, ou incentivavam o indivíduo a aprender a ler para ter acesso as suas ricas informações.

No Brasil, os primeiros almanaques datam do século XIX, e o destaque ficou por conta dos almanaques das/ou para as cidades que traziam registros diversos sobre esta ou aquela determinada localidade que o editava. Eles atravessaram o século XX somando-se a outros almanaques que iam surgindo aqui e ali em resposta as necessidades de um grupo, ou de uma empresa ou associação.

Integrado a esse modismo os almanaques de farmácia brotaram no final do oitocentos, com a estréia de O Pharol da Medicina elaborado com o patrocínio da Drogaria Granado do Rio de Janeiro, e tendo circulado do ano de 1887 até a década de 1940. O período de ouro dessa espécie de almanaque ocorreu entre as décadas de 1930 e 1950 quando os laboratórios e as indústrias de farmácia constataram o retorno formidável da divulgação e consequente aquisição de seus produtos graças a intervenção desse porta-voz, carolosamente acolhido tanto pelos letrados quanto pelos analfabetos, e tanto pelos ricos quanto pelos pobres do Brasil. O correio encarregava de distribuí-los para os milhares de leitores de Norte a Sul do país, como professa o editorial do Almanaque Goulart para o ano de 1958:

Aqui está o “Almanque Goulart” de 1958, reunindo artigos, informações, humorismo, curiosidades e conselhos úteis, especialmente preparado para ser lido e guardado, tal o volume de notas interessantes.

Representando uma iniciativa de um pequeno grupo de homens, que vivem do (e para o) público, prestando-lhe serviços indispensáveis, esta é uma publicação destinada a todos os grupos, ao povo em geral, das grandes cidades aos pequenos povoados de interior, a todos procurando proporcionar momentos de distração e, ainda, um cuidadoso apanhado de coisas que devem ser conhecidas.

Lançado em grande tiragem, o ALMANAQUE destina-se à leitura de alguns milhões de pessoas, fazendo-se um cálculo pessimista de 4 a 5 leitores por exemplar.

Assim, teria que orientar sua confecção, como em verdade aconteceu, um sentido de interesse geral, abordando e condensando diferentes assuntos, o que esperamos ter conseguido da melhor maneira, circulando do Amazonas ao Rio Grande do Sul, num autêntico e proveitoso giro pelo Brasil, levando a mensagem amiga de seus anunciantes, que são, em última análise, os que tornaram possível sua realização.

Esperando leitor amigo, poder oferecer-lhe algo agradável, temos o prazer de convidá-lo a percorrer as demais páginas.

A REDAÇÃO

Fiel a esse objetivo, o Almanque Goulart e seus congêneres atendiam a uma variedade de assuntos entre os anúncios de seus produtos: conselhos culinários; provérbios; frases célebres; divertimentos (piadas, passatempos, jogos, desafios, carta enigmática); e informações para as mais diversas áreas. Todo esse conteúdo cabia em um livrinho que variava em 16, 32 ou 48 o número de suas páginas impressas num pequeno formato de aproximadamente 13 x 18 cm. A publicação era anual, salvo raras exceções semestrais ou mensais.

Mas, qual será a origem desse livro ou livreto ou ainda livrinho lido e amado por milhares de brasileiros? Alguns almanaques editados no Brasil traziam a descrição de seus antepassados, explicando sobre o seu nascimento, as suas variadas tipologias, e demais curiosidades a respeito do seu universo.

Um exemplo dessa prática pode ser conferida no Almanaque Agrícola Chácaras e Quintaes para o segundo semestre de 1959, em que se lê:

Pelo nome, o almanaque deve ter a origem grego-árabe. Mas há quem faça remontar mais longe a sua aparição, talvez nos tempos de Tut-Ank-Amen, visto como, o mais antigo que se conserva em Londres, foi encontrado no Egito, redigido em papiro, supondo-se ter sido compilado 1600 anos antes de era vulgar.

Em Roma, almanaques ou calendários em geral, existiam desde os tempos do Numa Pompilio, mas já antes, outros povos antigos, como os chineses, os indianos, os gregos, os etruscos, faziam alguma cousa semelhante. Na Europa, escreveram-se almanaques desde os séculos XI e XII, e Lalande sustenta que os primeiros foram organizados por Salomão Jarco em 1150.

Um almanaque muito notável sob o aspecto histórico é o de João Müller, que continha as efemérides astronômicas para os anos de 1474-1506, das quais parece terem se valido Colombo e Vespúcio nas primeiras expedições oceânicas. (...)

Não há, a bem dizer, atividade humana que não tenha criado o seu almanaque.

Os astrônomos, os literatos, os poetas, os filosófos, os artistas, os humoristas, os agricultores, os artífices, as mulheres, as famílias, os esportistas, os magistrados, os eclesiásticos, todos tem tido o seu almanaque, e a própria nobreza tem o de Gotha; mesmo os fumantes tem tido almanaques. Entre eles o Almanach du Fumeur et du Priseur, publicado em Paris em 1870, e que, já naquele ano, estava no seu duodécimo ano de vida. Afirmava-se naquela época que o charuto, o cachimbo e o cigarro, eram revolucionários, céticos, motejadores, enquanto que o uso do rapé era pacífico, imponente e civilizador.

Desse modo, o almanaque insere a História e nela se insere. Liturgia do passado, do presente e do futuro, transformou-se em um documento histórico per si, e que deve e merece ser tratado como tal. De sua chuva de utilidades registrou, registra e certamente registrará (porque goza de muita simpatia e charme para ser vencido pela ação dos tempos modernos) conteúdos do micro e do macro cosmo, impossíveis de serem todos aqui relacionados. São temas infinitos que acompanham a infinitude do Tempo e do Espaço...

Dezembro de 2009

 

Pesquisa:

MEYER, Marlyse (org.). Do Almanak aos almanaques. São Paulo: Ateliê Editorial, 2001.

PARK, Margareth Brandini. Histórias e leituras de almanaques no Brasil. Campinas: Mercado de Letras/Associação de Leitura do Brasil; São Paulo: Fapesp, 1999.

Lista completa dos almanaques
de farmácia do meu acervo pessoal:

Almanach d’A Saude da Mulher. Rio de Janeiro: Daudt, Oliveira & Cia Ltda., 1932, 1933, 1934, 1938, 1952, 1953, 1962.

Almanach Capivarol. Rio de Janeiro: Laboratorio Capivarol Ltda., 1934, 1935, 1937, 1943, 1946, 1949, 1952, 1953.

Almanack do Elixir Prata. Itapira: Laboratorio Prata, 1934, 1937, 1939.

Almanak Cabeça do Leão do Dr.Ayer. Rio de Janeiro: The Ayer Company of Brasil, 1934.

Almanack Xavier. São Paulo: Xavier Irmãos, 1935.

O Companheiro do Lar. Rio de Janeiro: Lanman & Kemp-Barclay & Co. of Brazil, Julho de 1935 a Junho de 1936

Almanak Xarope S. João. São Paulo: Laboratórios Alvim & Feitas, 1936, 1937.

Almanaque do Biotônico. São Paulo: Instituto Medicamenta - Fontoura, Serpe & Cia., 1939, 1942.

Almanaque Guaraína. Rio de Janeiro: Laboratórios Raul Leite S.A., 1940.

Almanach de Ross. Rio de Janeiro: The Sydney Ross Co., 1940, 1941.

Almanaque da Pariquyna. Rio de Janeiro: Laboratório Pariquyna, 1941, 1944.

Almanaque Silveira. Rio de Janeiro: Silveira Filhos & Cia., 1941, 1947.

Elixir Brasil Almanaque. São Paulo: Laboratórios Fitra-Pisani, 1942.

Almanaque Ilustrado de Bristol. Rio de Janeiro: Lanman & Kemp-Barclay & Co. of Brazil, 1943.

Almanaque Brasil. Rio de Janeiro: Laboratórios Moura Brasil, 1946; Rio de Janeiro: Elo Publicidade e Editora Ltda, 1962.

Almanaque do Licor de Cacau Xavier. São Paulo: Laboratório Licor de Cacau Xavier S.A., 1950, 1957.

Almanaque Iza. Porto Alegre: Laboratório Kraemer Ltda., 1955.

Saúde: Almanaque. Rio de Janeiro: Ministério da Saúde – S.N.E.S (Serviço Nacional de Educação Sanitária), 1957.

Elo - Nosso Almanaque. Rio de Janeiro: Elo-Publicidade, 1957.

Almanaque do Elixir de Inhame Goulart. Rio de Janeiro: Laboratórios Goulart, 1957.

Almanaque Goulart. Rio de Janeiro: J.Goulart Machado, 1958, 1959, 1960.

Almanaque Renascim. Joinvillle: Laboratório Catarinense S.A., 1957, 1958, 1961, 1973.

Almanaque do Dr. Schilling – Sáude e Beleza. Rio de Janeiro: Dr. Schilling, 1961.

Almanaque Fontoura. Rio de Janeiro: Laboratório Fontoura, 1977, 1979; São Paulo: Instituto Medicamenta Fontoura S.A., 1982, 1984.

Almanaque Renascim Sadol. Joinvillle: Laboratório Catarinense S.A., 1993, 1996, 1998, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009.

YASMIN NADAF é cuiabana, professora universitária, meste e doutora em Literaturas de Língua Portuguesa, pela Unesp/Campus de Assis, com pós-doutorado em Literatura Comparada pela UFRJ. Escreveu entre outros os livros "Sob o signo de uma flor - "Estudo da revista "A Vileta", "Rodapé das miscelâneas - o folhetim nos jornais de Mato Grosso", "Machado de Assis em Mato Grosso", e "Estudos literários em livros, jornais e revistas. E-mail: yasminnadaf@terra.com.br; Site: www.yasminnadaf.com.br

 

 

 

 




 



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