Inácio Nunes

Palacete de José Maria Ramalho Perdigão

História dos proprietários do Palacete

O primeiro proprietário foi o lavrador José Maria Ramalho Dinis Perdigão que nasceu em 1830 no monte da herdade da Oliveirinha, pertencente à freguesia de Nossa Senhora Graça do Dívor. Foi casado com Dª. Inácia Angélica Fernandes que pertencia à família Fernandes, membros da elite social de Évora e que controlavam a administração local. José Maria Ramalho Dinis Perdigão morreu no ano de 1884.

Dª. Inácia Angélica Fernandes veio, mais tarde a casar-se com o Dr. º Francisco Eduardo de Barahona Fragoso que era filho do Visconde da Esperança. Nasceu no ano de 1843, tendo tirado Bacharelato em Direito na cidade de Coimbra.

José Maria Ramalho teve interesses na Banca, fazia a promoção do Banco Eborense onde teve acções do mesmo. Mas, no entanto, veio para o campo e investiu o seu dinheiro na agricultura, empregando metodologia mais modernizada em máquinas agrícolas, como alfaias para a progressão e desenvolvimento da agricultura e indústria corticeira.

Este palacete que tem o paço no interior onde ficaram hospedados o rei D. Dinis, D. Carlos e o príncipe D. Afonso; a rainha D. Maria Pia e D. Maria Amélia de Orleãs aquando da permanência da corte na cidade de Évora.

Actualmente o proprietário do edifício é uma empresa de seguros, a Fidelidade – Mundial, que manteve o traçado arquitectónico do edifício oitocentista tanto no exterior como no interior.

Vista do Palacete Barahona do Rossio de S. Brás – Évora ( Século XIX)

 

 


 



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