CUNHA DE LEIRADELLA

A SOLIDÃO DA VERDADE

ROMANCE

III PARTE - A SOLIDÃO DA VERDADE

Trinta e cinco

Os meus cigarros acabaram e tenho ódio do Marlboro e o quarto tá quente e tá fedendo e não sei mais que horas são e nem sei mais que dia é hoje e não quero mais saber e tenho sede e tou suando e não tenho mais cigarros e quero sair daqui e Andréa não se mexe nem me ajuda e quero fumar e os meus cigarros acabaram e quero beber e não tenho mais cerveja e quero levantar e Andréa continua sem mexer e e o quarto tá quente e tá fedendo e quero fumar e não tenho mais cigarros e quero beber e não tenho mais cerveja e olho os espelhos do teto e vejo Andréa e ela não se mexe nem me olha nem pega mais na minha mão nem me dá colo e não sei que dia é hoje e nem sei que horas são e pego na mão de Andréa e ela cai e quero fumar e não tenho mais cigarros e quero beber e não tenho mais cerveja e olho Andréa e ela não se mexe e quero fechar os olhos e os espelhos não me deixam e quero mexer as pernas e não posso e quero parar as mãos e elas continuam a tremer e quero fumar e os meus cigarros acabaram e o quarto tá quente e tá fedendo e quero beber e não tenho mais cerveja e olho o telefone e ele não me olha e mando as minhas mãos chamar a camareira e elas não obedecem às minhas ordens e olho os espelhos do teto e Andréa está deitada e o cabelo parece sangue manchando o travesseiro e ela não fala nem se mexe e os seios não abanam e tenho sede e não tenho mais cerveja e quero fumar e não tenho mais cigarros e peço às minhas mãos que me ajudem e elas riem da minha sede e da vontade de fumar e se escondem nos espelhos e cravam as unhas nas minhas pernas e rasgam a minha pele e riem e fazem cócegas no meu nariz e quero sair e chamo Andréa e ela não responde nem me olha nem se mexe e o silêncio me dá medo e o suor escorre pela testa e quero limpá-lo e as minhas mãos não querem e tapam a minha boca e não consigo respirar e os ouvidos começam a zumbir e a garganta aperta e quero engolir e ela dói e quero respirar e o peito não levanta e peço às minhas mãos que me ajudem e elas riem e me prendem no colchão e quero soltar-me e não consigo e peço a Deus que me ajude e as minhas mãos riem e fazem piruetas nos espelhos e rolo na cama e faço força e a cama balança e fico tonto e os olhos escurecem e tenho medo de morrer e o corpo fica frio e o suor escorre pela cara e é salgado e aumenta a minha sede e a vontade de fumar e quero sair e ir embora e não consigo levantar e quero respirar e não tenho mais nariz e quero abrir a boca e ela fecha e quero pegar o telefone e chamar a camareira e os meus braços não têm mãos e não conseguem pegar nele e o quarto tá quente e tá fedendo e o lençol tá molhado e não pára de escorrer e a pele fica fria e começa a formigar e quero levantar e o corpo não se mexe e procuro as minhas mãos e elas se escondem nos espelhos e não tenho quem me ajude e tenho medo e a boca fica seca e aumenta a minha sede e quero beber e não tenho mais cerveja e quero fumar e não tenho mais cigarros e os ouvidos zumbem e a cabeça dói e chamo Andréa e ela não responde nem se mexe e tenho vontade de gritar e vou gritar e não posso gritar e peço a Deus que me ajude e as minhas mãos riem e batem palmas e quero que Andréa pegue na minha mão e me dê colo e chamo-a e ela não responde nem me olha nem se mexe e um grito sobe na garganta e não quero gritar e quero fumar e não tenho mais cigarros e quero beber e não tenho mais cerveja e o grito sobe e cerro os dentes e o grito sobe mais e quer sair e não posso deixar que ele saia e ele força e aperto mais os dentes e a nuca estala e fica dura e sei que vai quebrar e se quebrar eu sei que vou morrer e tenho medo de morrer e quero abrir a boca e não consigo e faço força e os ossos começam a quebrar e a pele rasga e a cabeça parece um remoinho e sei que vou morrer meu Deus se não morrer prometo nunca mais ficar assim eu juro que prometo e quero rezar e não lembro as orações e quero erguer as mãos e pedir a Deus que me ajude e elas se escondem nos espelhos e quero levantar e o corpo tá mole e afunda no colchão meu Deus me ajuda eu só quero sair e ir embora meu Deus por favor eu prometo nunca mais ficar assim juro que prometo e desta vez eu vou cumprir juro que vou meu Deus a cama tá mexendo e o corpo tá rasgando e tá sumindo meu Deus me ajuda a cama tá rodando e eu tou tonto e vou morrer Andréa Andréa olha pra mim e pega na minha mão Andréa me ajuda eu só quero deitar a cabeça no teu colo e pegar na tua mão meu Deus eu vou morrer Andréa Andréa por favor pega na minha mão e me segura me segura Andréa por favor Andréa Andréa deixa deixa eu deitar a cabeça no teu colo a minha mãe sempre deixava e eu gostava meu menino meu menino deita a cabeça no meu colo Andréa meu Deus eu tou morrendo Avé Maria mãe de Deus Andréa me dá colo me segura me dá eles eu quero eles meu Deus eu vou morrer Andréa Andréa pega na minha mão me segura me dá eles me dá eles Andréa eu quero eles me dá eles Andréa filha da puta se vai ser de qualquer um é melhor que seja meu Andréa olha pra mim fala comigo me dá eles eu quero eles o meu pai também queria Andréa por favor e me mordeu por favor olha pra mim eu não mordi e ele coça quando tou injuriada Andréa eu não tou injuriado quero eles por favor Andréa me dá eles pega na minha mão me dá eles me dá colo eu não dei foi ele que obrigou ó mulher assim acordas o fedelho filho da puta Andréa deixa eu ver ensaboa e me dá eles minha mãe sempre me dava eu não dei foi ele que obrigou filho da puta e ele coça e ela ria meu menino meu menino deita a cabeça no meu colo eu não deitei e ele me mordeu filho da puta eu te mato se você contar prá sua mãe e eu gostava tinha espuma e eu gostava e abriu as minhas pernas e eles abanavam e me mordeu e ele coça filho da puta e eu deitava a cara neles e me virou e arrombou se vai ser de qualquer um é melhor que seja meu filho da puta e eu gostava e ela ria meu menino meu menino deita a cabeça no meu colo tá na Espanha e me obrigou filho da puta vem da Itália e roncava em cima dela ó mulher assim acordas o fedelho eu tinha ódio tenho ódio do Marlboro e quero Benson e estou-me a vir ai amor bota sotaque estou-me a vir filha da puta não pega mais na minha mão só quer virar mas pego nele fode amor amor de pica é que fica é diferente filha da puta diferente é dar o cu fumar Marlboro também é eu quero Benson então faz faz como ele enfia enfia em mim me rasga toda me dá banho abana eles a minha mãe me dava banho e abanava e eu lavava e ele enfiou e eu pulava em cima dela e ela ria e ele riu e eu gostava e ele bateu e me mordeu e enfiou filha da puta como mente se vai ser de qualquer um é melhor que se ja meu e arrombou eu arrombei não arrombei e doeu agora coça e eu rezei minha mãe também rezava Mãe de Deus Avé Maria padre Anselmo tinha filhos meus irmãos o meu pai tinha chapéu eu tenho xota e tenho cu filha da puta faço coisas diferentes e gozava em cima dela não pára não pára não pára não filha da puta nunca gozou debaixo de ninguém e não gozei ele mordia tinha espuma e o meu tinha tesão e não parava estou-me a vir estou-me a vir ai amor bota sotaque vem-te filho ai vem-te vem-te ó mulher assim acordas o fedelho filho da puta vem da Espanha tá na Itália e o Papa tá em Roma se vai ser de qualquer um é melhor que seja meu filha da puta faz faz como ele enfia enfia em mim me rasga toda filha da puta eu te mato se contar prá sua mãe e eu contava e dez e dez são cinqüenta e mais doze vinte e sete noves fora sem cabelo vem-te filho ai vem-te vem-te eu adoro ketchup nunca tive namorada nem gozei com mais ninguém gozou comigo mas foi ele que obrigou não mente Andréa eu não minto mente sim comprou perfumes Perlutan do Dr. Jarbas não comprei comprei pra nós eu quero seios quero bunda quero coisas diferentes Naturetti Almeida Prado Majirel 7 ponto 46 tomo dois todas as noites toma três toma no cu eu sei que tomo tomo mesmo mas foi ele que obrigou não obrigou obrigou sim ele obrigava e roncava em cima dela estou-me a vir estou-me a vir ai amor bota sotaque filha da puta vem-te vem-te adora tudo adoro mesmo mas foi ele que obrigou não obriguei faz faz como ele enfia enfia em mim me rasga toda adoro coisas diferentes filha da puta adora tudo adoro mesmo abaixei fiquei por baixo mas só gozei lá no Ipê filha da puta como mente minto sim gosto de dar chupei Vanini enrabei Érika adoro coisas diferentes minha mãe assobiava tinha cão e tinha manchas no pescoço e era loura eu também sou mas pintou e abaixou você também não mente Andréa abaixou sim você me chupa você gosta então abaixa então abaixo mas não viro estou-me a vir ai amor bota sotaque ó mulher assim acordas o cacete adoro pica adoro cu mas foi ele que mordeu minha mãe tinha mordidas e os seios abanavam minha xota também é e os meus também abanam pega neles pega você na minha mão e me dá colo ele não dava e pegava no meu cu e enfiava eu não enfio mas devia adoro coisas diferentes filha da puta adora tudo adoro mesmo bacalhau batata frita ketchup e maionese só não gosta mais de mim gosto sim adoro vinho adoro pica vinho Dão é vinho bom e nós vamos pra Lisboa nós não vamos vamos sim estrogonofe e presuntada e um bafo no cangote filha da puta me dá colo não me pede me obriga adoro pica mas odeia ser mandada eu não odeio odeia sim sempre disse que odiava você é bobo não entende de mulher nunca soube me obrigar e tomei o Perlutan com linguado L'Interdit de vieiras com molho Fidji nunca soube me obrigar ai amor faz faz como ele enfia enfia em mim me rasga toda e não me pede me obriga sou escrava de quem sabe me obrigar linguado com vieiras chupo Érika e Vanini monta em mim me rasga toda me obriga Majirel Almeida Prado Green Park no meu quarto e um bafo no cangote adoro vento adoro chuva sou filha de Iansã monta em mim ai monta monta filha da puta como pode ser assim não era assim era louro mas pintou pintei sim pintei de vampe o meu pai queria preto minha mãe nunca pintou a minha xota também não raspa tudo adoro seios Tio Sam também adora brasileiro adora bunda Almeida Prado vaselina tomo dois 46 Majirel Naturetti caga fino cor de cobre gosto mais ao natural chupei Vanini enrabei Érika só a Bia se fodeu se quiser tem que obrigar na fazenda Mangabeiras apartamento em Portugal e uma casa em Cabo Frio filha da puta adora tudo adoro mesmo se vai ser de qualquer um é melhor que seja meu mas agora não se mexe me dá colo me dá pica ai amor bota sotaque e um caralho na boceta vem-te filho ai vem-te vem-te minha mãe também botava e não usava sutiã eu também não Majirel Green Park e sem rosto e sem cabelo é diferente diferente é dar o cu eu não dei ele obrigou e eu gozei eu vou gozar eu vou gozar vem-te filho ai vem-te vem-te não pára não pára não pára não faz faz como ele enfia enfia em mim me rasga toda adoro pica adoro saco adoro bafo no cangote filha da puta adora tudo adoro mesmo adoro pizza batata frita e ketchup e lamber os culhões dele e você adora seios e pegar na minha mão quero colo me dá colo minha mãe sempre me dava eu não dei ele obrigou me obriga que nem ele e roncava em cima dela ó mulher ai amor bota sotaque filho da puta vou matá-lo meu avô tinha espingarda padre Anselmo tinha filhos meus irmãos o nosso corpo é um poço de pecados quem pecar vai pro inferno e você foi e se fodeu não tem cara de gerente mas foi bom entrar na sua sala nasci no dia 31 não nasceu não é Leão é Escorpião eu sou Câncer e sou filha de Iansã a paixão é dolorosa doloroso é dar o cu adoro vento adoro chuva adoro coisas diferentes filha da puta adora tudo adoro mesmo espaguete ketchup bacalhau à Zé do Pipo rosas brancas são saudade cor de chá de camomila D. Beth não tem seios mas eu tenho e ele coça minha mãe nunca soube da mordida mas eu sei eu também sei e dá vontade de chorar não fica assim olha pra mim diz que os olhos nunca mentem nem a cor das sobrancelhas a da xota é Majirel cor de cobre é com K K de cu cu de Walkiria Inêz de Castro brasileira Z de zebra da xoxota que molhou naquela noite e você também gozou adoro seios se chupar eu vou gozar adoro pica adoro Érika e uma língua na buceta vaselina L'Interdit e um cacete no meu cu ai amor faz faz como ele enfia enfia em mim me rasga toda Fidji do meu menino meu santinho do altar padre Anselmo tinha filhos meus irmãos pedi perdão abaixei seu sutiã na fronteira com a Espanha quero ver o seu caralho não fica assim tristeza não tem fim ainda vamos ser felizes dar o cu pro Tio Sam com sotaque de Marlboro adoro molho linguado Dona Derna vou lá sempre todo mundo me conhece filha da puta adoro Benson L'Interdit e Fidji Vanini cafetão ai amor bota sotaque linguado com vieiras vou gozar na tua boca abana eles dá presente me masturba ai amor bota sotaque que nós vamos pra Lisboa quero vinho quero Dão numa noite de verão você vai ver ninguém verá tristeza não tem fim rosas brancas são saudade cor de chá de D. Beth camomila não tem seios minha xota tem vermelhas e não tem um sabiá tem palmeiras tem check in tem pentelhos linguado com vieiras e cabelo cor de cobre então me cobre tou com frio vou embora no check out já nem sei que dia é hoje e não quero mais saber sabe sim hoje é domingo padre Anselmo confissão quero colo dou licor dou o cu da minha mãe três camadas não é modess sempre livre é mais moderno hoje é janeiro 26 vamos dançar no L'Apogée não sei dançar sabe sim D. Beth já dançou camomila cor de chá batata frita ketchup e um mercedes cor de K vamos casar no dia 1 e no sétimo descansou eu não descanso não sou Deus e Deus e Deus a dar a dar e eu já dei e já comprei o enxoval e passaporte passa quatro passa cinco minha mãe queria ir dou pra Vanini e dou pra Érika minha prima também dava mas usava sutiã e foi ele que obrigou obrigou porra nenhuma tá pensando que eu esqueci mas não gozei mas adorou se vai ser de qualquer um é melhor que seja meu e coça quando tou injuriada passa porra minha mãe também passava e abanava e dava colo e eu gozava Ana Carolina também deu e não morreu eu também não e sou bem loura olha só a minha xota sobrancelha nunca mente mas pintou o meu pai queria preto deu calcinha e sutiã minha mãe nunca usou mas pintou não pintei as sobrancelhas mas mentiu não menti só menti prá minha mãe e você também mentiu porra Andréa mentiu sim nunca disse pro seu pai faz faz como ele enfia enfia em mim me rasga toda se vai ser de qualquer um é melhor que seja seu você mentiu não menti mentiu sim o Perlutan Dr. Jarbas riu de mim mas não tomei não mente Andréa eu não sabia que ela tava no banheiro e não gozei ficou sem rosto e sem cabelo ai amor bota sotaque estou-me a vir estou-me a vir ó mulher assim chupas o caralho de Vanini e como Érika sem perfume mas te dei o Eau Sauvage e adoro o L'Interdit e o Fidji filha da puta nem usou usei sim Dona Derna e você já conhecia e você já me conhece já sabe quem eu sou mas usei o L'Interdit e o Fidji e não tomei o Perlutan mas fugiu quando te pedi em casamento espantei filha da puta espantou nada não sabia quem eu era não tem cara de gerente mas tem Érika e tem Vanini e dinheiro pra ganhar casamento à Zé do Pipo bacalhau em Portugal Inêz de Castro Campanella com dois ZZ peito de rola sem calcinha e sutiã conhecia o Dona Derna e faltava de manhã e não era por doença era sim eu espirrava nos motéis linguado com vieiras Érika tinha pica e Vanini um bucetão e a Bia tinha carro vem-te filho ai vem-te vem-te logo mais vou pro hotel e você fica deu presente eu não dei você que deu mas adorou filha da puta adora tudo minha mãe te gosta muito sou um bobo vi você lá na Toulon e não fiz nada esquece isso esquece isso puta merda não consigo lembro tudo lembro até da minha idade esquece isso não interessa a sua idade faz faz como ele enfia enfia em mim me rasga toda muito agarrada com o pai você só é igual a ele filho da puta sou um velho quer parar é isso mesmo 3 Andréas 19 vezes 3 sou seu avô Eduardo quer parar não adianta Mangabeiras Cabo Frio lua-de-mel em Portugal você só quer o meu dinheiro Eduardo quer parar tá me ofendendo deixa eu rir Eduardo quer parar eu não sou quem você pensa só por ter algum dinheiro não vou lamber os seus culhões Andréa cala a boca agora eu tou falando foda-se você e seu dinheiro e a babaquice do seu medo e a espuma do sabão Andréa cala a boca e as punhetas nos cinemas Andréa cala a boca não calo agora tou falando e quero é que você se foda com PH e quatro DDDD Andréa puta merda puta merda digo eu e some da minha vida e deixa eu você e sua mão e seu colo e sua mãe seu viado não sabe nem foder Andréa Eduardo cala a boca não tá vendo eu tou falando seu babaca paga tudo e não come nem a mim puta merda tamos juntos há seis meses e trepamos quatro vezes hoje eu tive que obrigar e mesmo assim trepei sozinha o viado gozou antes e só gosta de punheta fodeu tudo no Ipê tá pensando que eu quero a merda da fazenda grandes merdas se quiser a buceta me dá tudo e se não der eu tenho boca tenho cu tenho todos os buracos vê se entende enchi de seios enchi de mão enchi de colo não entende de mulher eu quero pica amor de pica é que fica Andréa cala a boca cala você eu tou falando enchi de seios quer os meus pegue neles mas me foda faça coisa diferente eu sou mulher quer pentelhos com espuma e seios abanando eu também tenho mas não fale não pergunte ele nunca perguntou salte em cima e arrebente não me bote num altar não me peça pegue logo seja homem se vai ser de qualquer um é melhor que seja seu enchi de espuma via-sacra e de cabelo cor de cobre quer o meu eu corto pinto boto louro mas me faça ter respeito me obrigue nunca peça eu não quero lembrar dele e ter pena de você Andréa por favor não tem favor tá a fim vá em frente não pareça só com ele seja ele mulher não tem só seios tem mais buracos do que seios me come do jeito que quiser mas não chora no meu ombro Andréa não diz isso eu não choro mas não trepa sua puta melhor puta do que corno e nem sabe quem eu sou Andréa agora chega cala a boca ou eu te mato eu te mato sua puta Walkiria morreu no carro Inêz de Castro foi na cama e minha prima nem sentiu ai amor bota sotaque cala a boca mas eu quero faz faz como ele enfia enfia em mim me rasga toda no caminho verdadeiro e não vou pros analistas ao encontro do errado transferido do Adão que fez incesto eu também fiz Inêz de Castro e não fui rei de Portugal mas transferi a qua non no caminho do errado D. Inêz no verdadeiro só depois de morta foi rainha ai amor bota sotaque vem-te filho ai vem-te vem-te faz faz como ele enfia enfia em mim me rasga toda minha prima é que rasgava vem-te filho mas morreu e o cabelo era Walkiria mas era sine e eu sou a qua non e já uso L'Interdit nas sobrancelhas e Fidji no Perlutan e o meu pai vinha da Itália e roncava na fronteira ó mulher me dá colo e pega na minha mão e pegou e me mordeu e adorei sempre agarrada com o pai filha da puta faz faz como ele enfia enfia em mim me rasga toda eu sou filha de Iansã escorpiã adoro vento adoro chuva adoro coisas diferentes não sou santa Mãe de Deus sou gerente não tem cara quero ver o teu decote e pegar no meu piru L'Interdit e Fidji D. Beth cor de chá Nova Yorque quero seios no Ipê eu tinha medo e pedi a Deus que me ajudasse mas eu quis e peguei neles e nunca fomos tão felizes no caminho do errado minha prima verdadeira encontrou o qua non eu sou a sine quero pica de Marlboro odeio Benson vou comprar em Portugal no caminho verdadeiro transferido pro errado Green Park Majirel tranferidor 90 graus 45 é muito quente se der filho quero filha e que tenha seios grandes pai não pode pode sim o seu podeu não é podeu mas enrabou e você disse que adorou adorei mesmo mas nunca tive nada que gostasse sempre andei engravatado de calcinha e sutiã odeio terno eu adoro odeio homem mal vestido o meu pai era o que era mas uma coisa ele tinha uma coisa ele tinha tinha pica tinha dentes tinha flor de manacá os porras que aqui gorjeiam não gorjeiam como lá vou-me embora estou-me a vir vou prá terra do meu pai vou roncar por baixo dela vou tirar o sutiã sei palavras com sotaque mas não vou a Portugal vou prá casa do caralho vou chupar a minha mãe vem-te filho ai vem-te vem-te enfia em mim me rasga toda minha prima é que rasgava e morreu na qua non rosas brancas são saudade minha xota tem vermelhas quero ver as cor de chá e o cu de D. Beth Mangabeiras Cabo Frio vou pintar o seu cabelo já pintei pintou errado no caminho verdadeiro ó buceta pentelhuda quem te deu o Majirel foi o 7.46 no divã do analista cor de cobre ketchup o meu pai queria preto deu calcinha e sutiã mas pintei da minha cor no caminho do errado minha mãe sempre foi loura minha xota também é você viu nas sobrancelhas os meus olhos nunca mentem mentem sim você mentiu não comprou o Perlutan mas tomei por nossa causa e foi dar pra todo mundo lá na casa do caralho vou pintar a minha xota bem da cor do seu piru minha mãe nunca pintou nem o pinto do seu pai ó mulher lá na fronteira tinha Ipê tinha punheta mas não tinha namorada foi você que deu as rosas e comprou o Perlutan já tomei o Fidji e não vou a Portugal tenho tudo que preciso lá no colo do seu pai e no piru da minha mãe e você não tem mais nada nem rosto nem cabelo nem tesão por mais ninguém nem eu.

 
 

Cunha de Leiradella
Casa das Leiras
São Paio de Brunhais
4830-046 - Póvoa de Lanhoso
Portugal
Telefone: 253.943.773
E-mail: leiradella@sapo.pt

 
 

 

 

 

.

 

 

 


hospedagem
Cyberdesigner:
Magno Urbano