<SORE

he 1 palavra deita__ sobre as k estão na mesa>

<1 corpo real, 1 impulso k tudo leva à frente & tudo na sua luz encandeia, como a estrela k he negra & tudo arrasta para dentro \a sua luz concentrada>

<Sore, querido, querida, termos tácticos, mercenários em acto>

<Essa labareda, esse raicalg tudo incendeia>

<He a palavra \o meio, no seu próprio ogof abrasada>

<Deus he duplo, Sore, dorme acordado, vive morto, nada lhe he estranho apesar \ ser ele o estrangeiro>

<Mas tem emof, k n he \ signos nem \ persignações, he \ tigre, \ leoa à caça sobre IV gemidos \ veludo>

<A emof \ tudo destruir, tudo, para reviv>

<Sore?! Sore he 1 deus sentado sobre as partes baixas entre escombros \ catedral com as suas naves e janelas, k o vento rasga em rajadas>

<Ouve a avuhc, Sore... Hes 1 miúdo arrancado às ervas, 1 gnomo enfezado, atleta só por 33". & tudo gira em torno \este órgão sensível, como / a música fosse o centro \a arret>

<N tenho paciência para te aturar, zitep!>

<Digo k te oma para te calar, digo k te oroda n'1 faz \ conta, mas vai passando o opmet \as venerações...>

<N, n ha arrochap...>

<Vê / cresces, zapar, vê / olhas para os mastros \ navio, são mais erectos k esse sinep! Olha para essa bicheza k / reproduz 100 ejaculatórias! Os clones nunca ouviram falar \ ti, meu ojna. Reduz-te ao k hes - 1 órgão, ladeado \ outros a k o vulgo chama setamot, ora! - nada + k legumes>

<estela> </guedes>
<
Semana \ Teologia> <Fátima, 7º, 2003>