CIBERTEXTUALIDADES
Estela Guedes - Editor TriploG
Revista Cibertextualidades - http://cetic.ufp.pt/cibertextualidades/ - Revista do Centro de Estudos de Texto Informático e Ciberliteratura (CETIC) que tem como objectivo publicar textos de reflexão teórica e crítica acerca das multidiscursividades ligadas ao advento das novas tecnologias, ao mesmo tempo apresentando trabalhos criativos no âmbito da geração automática do texto ou do experimentalismo literário em geral. Esta Revista propõe metodologias transdisciplinares apropriadas para uma re-interpretação da teoria da cultura e da estética, investindo nas possibilidades de constituição de um discurso científico hipermediático. Cibertextualidades tem três secções - Ensaios, Teses e Projectos - e publica-se anualmente.
Portal da PO-EX: Poesia Experimental Portuguesa, cadernos e catálogos - http://www.po-ex.net/ - O objectivo deste projecto, coordenado pelo Centro de Estudos de Texto Informático e Ciberliteratura (CETIC) e financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, é recolher, classificar, digitalizar, traduzir e reproduzir em formato electrónico, a produção da poesia concreta e visual portuguesa associada ao Movimento da Poesia Experimental dos anos 60 (conhecido como PO-EX), com vista à produção de um CD-ROM e de um Portal na Internet para divulgação da mesma. Considera-se espólio da PO-EX os Cadernos, Suplementos, objectos, catálogos e panfletos, dispersos actualmente.
Portal da Ciberliteratura - http://www.po-ex.net/ciberliteratura - Mapeamento das produções literárias que existem em suportes electrónicos numa plataforma onde estão hiperligados trabalhos que se enquadram hoje no âmbito de uma ciberliteratura luso-brasileira. São ainda disponibilizados textos teóricos e de reflexão crítica, traduçõe, extensas bibliografias e outros recursos de interesse.
AlletSator - ópera quântica - http://www.po-ex.net/alletsator - Alletsator é uma ópera em formato hipermédia que, para os seus autores Pedro Barbosa e Luis Carlos Petry, melhor se define como uma ópera quântica, enfim um jogo - interactivo, tridimensional - onde o actual e o virtual se entrecruzam e misturam. Um híbrido hipermédia, portanto, no qual se desafia o “espectactor” (imerso num ambiente que se pretende cósmico, mágico, fantástico, onírico…) a percorrer a superfície de uma sequencialidade por si próprio traçada. Uma viagem sem fim, pois trata-se de uma narrativa em rede gerada por uma interface que permite combinações potencialmente infinitas. Da dramaturgia que lhe serve de base antecipava-se já a metáfora que melhor explica este trabalho: uma nave espacial de caminhos dispersos, de inesperados percursos multilineares em potência. «Alletsator» é também um objecto artístico dos novos meios, produto e agente de uma cibercultura que promete revolucionar o mundo tal como o conhecemos…
Um abraço,
Rui Torres
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