TriploG

Blog narrativa

March 21st, 2010 por Luís Reis - Editor TriploG

Estimados amigos:

Un nuevo cuento enviado por el escritor y editor argentino Guillermo Bravo residente en París se publica en el Blog de narrativa:

http://revistaarchivosdelsur.blogspot.com/2010/03/blog-narrativa-cuento-el-avion-magico.html

Saludos cordiales.

Araceli Otamendi
Directora - Editora

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«Corte nos vencimentos da classe política»

March 20th, 2010 por Luís Reis - Editor TriploG

Rui Mendes recomenda:

Caros Amigos,

Acabei de ler e assinar a petição online: «Corte nos vencimentos da classe política» e «mordomias»

http://www.peticaopublica.com/?pi=SGV

Eu pessoalmente concordo com esta petição e acho que também podes concordar.

Subscreve a petição e divulga-a pelos teus contactos.

Obrigado,

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O fast-food acadêmico

March 20th, 2010 por Luís Reis - Editor TriploG

Por Revista Consciência.Net em 18/03/2010

Deve causar enjôo em muita gente ouvir discussões quanto às mazelas do sistema capitalista nos dias de hoje. Papo de velho comunista, dirão uns; conversa de revolucionários sonhadores, tacharão outros. Afinal, já estamos inseridos nessa lógica há muito tempo e, ao que parece, ou é isso, ou acabaremos caindo em ditaduras ou economias engessadas, ultrapassadas ou que, simplesmente, sofrerão embargos e represálias por não se enquadrarem na panelinha do G-8.

No entanto, ainda é possível sensibilizar-se com alguns dos pontos negativos oriundos desse paradigma que se evidenciam a partir do momento em que o aspecto selvagem do capitalismo provoca reflexos graves em áreas como a saúde ou a educação.

Um exemplo disso está relacionado à crescente mercantilização do ensino superior brasileiro, resultado da incapacidade (ou mesmo impossibilidade) do Estado de gerir por si só esse setor. Mas, até aí, tudo bem. A privatização do ensino, não seria o ponto de discussão proposto aqui. A questão que não se pode perder de vista está relacionada ao modo como esse trabalho está sendo realizado; se a formação de profissionais no país – aspecto central em seu desenvolvimento – contempla diretrizes pedagógicas e acadêmicas adequadas, responsivas às demandas sociais em curso, ou se o que está valendo são apenas cifrões, ou o lucro empresarial, em detrimento da educação.

Um possível foco de apreciação do tema é o que vem ocorrendo numa das maiores empresas privadas de ensino superior do país, a Universidade Estácio de Sá. De acordo com um profissional da instituição que preferiu não se identificar, a universidade – que, ao longo dos anos, obteve o devido reconhecimento pela qualidade de muitos de seus curso e excelência de seu corpo docente – parece estar sucumbindo à lógica dos cifrões.

A crítica é colocada num momento em que a instituição, presente em 15 estados brasileiros e com um corpo discente que ultrapassa 200 mil alunos, vem passando por uma ampla reorganização administrativa que se intensificou desde a decisão de mudar seu estatuto de Instituição filantrópica para empresa de capital aberto, em fevereiro de 2007. Literalmente: de Universidade Estácio de Sá, o grupo passou a se chamar Estácio Participações.

O entrevistado afirma que, ao longo desse processo, vem se instalando na universidade o mais selvagem clima de ultra-capitalismo, em que o ensino é progressivamente empacotado e vendido de forma rápida e fácil, tal qual um Big-Mac. A principal queixa, diz ele, se deve ao fato de que “o setor administrativo predomina cada vez mais sobre o acadêmico”, uma vez que a saúde financeira da instituição “é preconizada como valor último, explicando decisões que, muitas vezes, vão de encontro ao interesse de alunos, professores e acadêmicos em geral”.

Sua queixa é ainda motivada por recente decisão da diretoria da Estácio Participações de reduzir em aproximadamente 30% os honorários de professores e coordenadores, embora estes tenham, em paralelo, “acumulado mais horas de trabalho semanais e mais responsabilidades”.

Segue trecho de seu depoimento:

“Os currículos na Estácio de Sá estão sendo enxugados ao máximo, ficando, por vezes, sensivelmente descaracterizados, tantas são as “jogadas” para fazê-los o mais barato possível e, com isso, oferecer o melhor preço aos alunos – historicamente das classes C e D.

Todos os dispositivos criados por antigos diretores e coordenadores de curso, voltados para objetivos acadêmicos, são desmantelados, sempre sob a desculpa de que, de outra forma, salários deixarão de ser pagos em dia. E todas essas decisões são sempre acéfalas. Não se sabe quem são os responsáveis por ela, que nunca aparecem para assumir e justificar suas decisões. São sempre enviados representantes que prontamente se revelam também indignados com tudo isso e dizem que nada podem fazer.

Embora muito se tenha dito sobre a Estácio ser uma espécie de cadeia “fast food” do campo da educação, o fato é que durante algum tempo ela atraiu para si um grande contingente de professores com ótima formação que encontrava boas condições para desenvolver seu trabalho na instituição. Tais professores, quando assumiam cargos de confiança, imprimiam uma direção muito mais afinada com ideais acadêmicos, do que administrativos. Os reflexos disso fizeram-se sentir rapidamente, com a oferta de cursos que ofereciam boa formação. Muitas vezes falava-se mal da Estácio, sem notar que esse encontro de bons professores com uma população que, até o surgimento da instituição ficava, em grande parte, excluída do campo da educação superior, cumpriu papel social significativo.

Infelizmente o que observamos agora é uma guinada em direção à oferta de cursos no estilo “fast food”. Em 2010.2, com a nacionalização dos currículos, teremos a entrada em vigor de apostilas que oferecerão o programa de curso, aula por aula, já pré-determinado, que vigorará em todos os cursos da universidade. Se não podemos afirmar com certeza que isso será ruim, a coisa cheira a ensino médio ou no mínimo a algo como sanduiches padronizados – que matam a fome por pouco tempo e, segundo dizem, não alimentam e prejudicam a saúde, embora possam ser muito gostosos.

Recentemente, os controladores da Estácio – que agora entregou seu controle administrativo nas mãos de uma empresa estrangeira, especializada em ‘sanear’ empresas tendo em vista o seu lucro máximo – tomaram a iniciativa de transformar alguns de seus professores em professores de tempo integral. Até então, todo o gigantesco corpo docente da instituição era composto por professores horistas, o que, contudo, não atendia às exigências do MEC. Em função de recente necessidade de recredenciamento – e exclusiva e assumidamente por isso, os professores continuam não tendo um plano de carreira – foram criados os TI (professores de tempo integral). Antes, um professor horista 20/20, por exemplo, passava 20 horas dentro de sala de aula e mais 20 corrigindo provas ou fomentando atividades de pesquisa e extensão dentro ou fora do campus, algo semelhante ao que ocorre em universidades públicas. Agora, é obrigado a ficar todo este tempo (40 horas!) dentro da universidade.

Com a redução dos honorários, feita em dois movimentos, um no meio do período letivo de 2009.2 e outro agora em março de 2010, os professores ficaram numa situação difícil, já que a maioria faz seus cálculos de renda de seis em seis meses. Ter o seu salário diminuído no meio do período deixa-os completamente sem chances de se organizar, ao menos em curto prazo”.

…………………………

O depoimento pode suscitar questões verdadeiramente atormentadoras. Primeiro, num plano individual, se considerarmos que os profissionais envolvidos podem estar se sentindo profundamente desvalorizados e, por isso, frustrados, em seu ambiente de trabalho. Basta lembrar o pensamento de estudiosos como Cristophe Dejours, que afirma que um dos conceitos fundamentais a ser considerado na esfera do trabalho é justamente o do “reconhecimento”.

Já num nível mais abrangente, o que foi dito pelo profissional preocupa porque o assunto envolve uma das maiores instituições de ensino no país, responsável pela formação de milhares de futuros profissionais. Caso seja realmente a lógica dos cifrões a que predominará, passando por cima de quaisquer esforços em prol da educação e qualificação profissional de qualidade – que não podem, de maneira alguma, ser dissociadas de valores humanos –, a tendência é que o cenário de selvageria capitalista se intensifique ainda mais, com indivíduos, senão mal preparados, acostumados a atuar com base nos seus interesses pessoais, sem uma visão coletiva ou solidária, esta imprescindível para o bem-estar social.

Por fim, o que foi dito pelo entrevistado retoma a discussão acerca das mazelas capitalistas, pois toda essa reforma por que vem passando a Universidade Estácio de Sá é produto da lógica desse sistema. É evidente: enxugar custos, visando ao lucro máximo é o que qualquer empresário que veja apenas números à sua frente considera. Mas, ao fazer isso, ele joga contra princípios que (ainda) conseguem humanizar o capitalismo, como os valores ideais da democracia; da busca pelo bem-estar social; de idéias como a igualdade, liberdade e fraternidade. No caso da Estácio par, ao subjugar os professores dessa maneira, colocando-os contra a parede e, quando o próprio diretor da instituição se dirige aos mesmos como “colaboradores” – termo historicamente usado em regimes totalitários –, a universidade contribui, ainda que indiretamente, para o desfalecimento de todo um conjunto de esforços empreendido diariamente por setores da sociedade que visam a conciliar o funcionamento da máquina capitalista a uma opção de vida saudável e gratificante para aqueles que sustentam tal estrutura.

É claro que compete unicamente a esses profissionais recusar-se a sofrer as implicações da reforma administrativa da Estácio Par. Para isso, têm “apenas” que se demitir, arriscando-se a ficar sem emprego sabe-se lá por quanto tempo. E é nesse ponto, justamente, que tal situação se torna um exemplo do aspecto “totalitário” do capitalismo. A liberdade existe, porém é atravessada por uma boa dose de dependência e submissão à lógica da selvageria de mercado.

Nota da redação: o Consciencia.net não se propôs aqui a produzir uma matéria jornalística. Caso fosse essa a intenção, o direito de resposta da Estácio Par teria de ser obrigatoriamente respeitado. A idéia aqui, contudo, foi produzir uma visão crítica a respeito do atual cenário da educação superior no Brasil, em que essa instituição ocupa lugar de destaque. Apesar disso, além do espaço para comentários abaixo, estamos abertos a, inclusive, publicar a resposta da universidade neste sítio.

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PEC

March 20th, 2010 por Luís Reis - Editor TriploG

Rui Mendes envia:

PEC; Errata ao Programa de Estabilidade e Crescimento 2010-2013

» Ver Arquivo: Zip file

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Floriano Martins

March 20th, 2010 por Luís Reis - Editor TriploG

LABIOS DE ALEJANDRA PIZARNIK

11.jpg

Ao tocar suavemente os lábios da noite intuí como ela dançava dentro de si.

As gotas de vinho sobre a mesa refletiam o milagre daqueles seios.

Ali dentro a música tremia com a paixão do vento pelas árvores mais altas.

Tudo nela era uma floração de mistérios.

Suas pernas alcançavam os melhores agudos.

A noite convulsa soletrava a voragem de suas ancas.

O ritmo sempre antecipado de cada vertigem.

Juro que pude ler a oração que rascunhava seus mamilos na pele interior do vestido, como se fosse escrita em meu próprio peito.

A noite me beija como um espelho repleto de memória, sonho transbordando imagens, seus lábios roçando a paisagem de corpos flutuantes entregues aos gemidos que escorriam pela toalha mesa abaixo.

E ao beijar-me pude entender o quanto a vida suplica para estar ali em sua fonte, aos pés do mito que alimenta com seu fogo líquido.

Não houve mais como regressar dos lábios dessa mulher.

LABIOS DE ALEJANDRA PIZARNIK

Al tocar suavemente los labios de la noche intuí como ella danzaba dentro de sí.

Las gotas de vino sobre la mesa reflejaban el milagro de aquellos senos.

Allí dentro la música temblaba con la pasión del viento por los árboles más altos.

Todo en ella era una floración de misterios.

Sus piernas alcanzaban los mejores agudos.

La noche convulsa deletreaba la vorágine de sus caderas.

El ritmo siempre anticipado de cada vértigo.

Juro que pude leer la oración que dibujaba sus pezones en la piel interior del vestido, como si fuese escrita en mi propio pecho.

La noche me besa como un espejo repleto de memoria, sueño transbordando imágenes, sus labios rozando el paisaje de cuerpos fluctuantes entregados a los gemidos que escurrían por el mantel mesa abajo.

Y al besarme pude entender cuánto la vida suplica para estar allí en su fuente, a los pies del mito que alimenta con su fuego líquido.

No hubo más cómo regresar de los labios de esa mujer.

poema & imagem: floriano martins

traducido al español por gladys mendía

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«A Boba»

March 20th, 2010 por Luís Reis - Editor TriploG


«A Boba», de Maria Estela Guedes - com Maria Vieira

Data: 20/03/2010

Local: Teatro de Alcobaça ( Alcobaça )

“Esta peça faz crescer e levedar, o mito medieval dos amores de Pedro e Inês de Castro, depois do 650º aniversário da morte de Inês de Castro. Uma peça-tese em três actos e um epílogo que discute, em sede de filosofia poética, a natureza do amor e a natureza, diversa, de Homens e Mulheres”.

» Contacto » e-mail: t.e.c@netcabo.pt

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Espaço Salitre - Próximos Eventos

March 20th, 2010 por Luís Reis - Editor TriploG

“Sofrologia” - A Arte de Viver em Paz (entrada livre, sujeita a inscrição)

25 Março, quinta-feira 21h por Helena Brito

“As 7 Profecias Maias e o ano 2012″ (entrada paga, sujeita a inscrição)
Dia 17 de Abril às 18h por Narciso Saramago

Círculo do Canto Sagrado
Dirigido: A todos aqueles que acreditam numa força criativa e querem agradecer cantando.
Para aqueles que querem entoar cânticos sagrados e experimentar o seu próprio canto ao Grande Pai-Mãe.
Sábado, 27 de Março de 2010 Hora: 12:00 - 13:30 (entrada livre)

Ver mais: http://www.facebook.com/event.php?eid=379362185137&ref=mf.

Cursos

Laboratório de Astrologia
Início dia 25 de Março às 20h 30m por Nuno Michaels

CURSO PSICOLOGIA INTEGRATIVA DA CONSCIÊNCIA
13 Abril a 11 Maio de 2010 por José Antunes

Curso “CURE A SUA VIDA, CONQUISTE OS SEUS SONHOS”
(Curso de 4 meses, baseado na filosofia de Louise Hay)
Início: 9 de Abril de 2010 às 19h por Amélia Matos

PRÓXIMOS WORKSHOPS:
VIVÊNCIA XAMANICA - APROFUNDAMENTO

Hora:Domingo, 28 de Março de 2010 9:00h

3ª Sessão - Práticas de Visão e Adivinhação – Através do Raio de Sol – do Cristal de Quartzo – de uma Pedra em bruto – Canoa de Viagem – Práticas do Sonho – O Seidhr Oracular da Tradição Nórdica
Por António Paiva, fundador da Quinta dos Lobos, Sintra.
Ver mais: http://www.facebook.com/event.php?eid=10150141357350691&ref=mf

Seminário de “Sofrologia” - A Arte de Viver em Paz

Dias 10 e 11 de Abril por Helena Brito

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Tertúlia

March 20th, 2010 por Luís Reis - Editor TriploG

Vicente Ferreira da Silva enviou:
padroes.jpg
Caras e Caros,fui convidado para uma tertúlia, Padrões Poéticos & Léguas de Poemas (à volta de poesias, poemas e poetas), que decorrerá no próximo dia 25 de Março, às 15:00, na Casa-Museu Abel Salazar, em S. Mamede de Infesta.

Mais informações aqui

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Anticipo Edición 107 - marzo- últimas notas publicadas

March 19th, 2010 por Luís Reis - Editor TriploG

Estimados amigos:

los invito a leer las notas publicadas en esta semana.

saludos cordiales.


Araceli Otamendi

Directora - Editora




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Dia da árvore e da poesia no Jardim Botânico

March 19th, 2010 por Luís Reis - Editor TriploG

Estimado(a) amigo(a) associado(a),

É com muito gosto que levamos ao seu conhecimento, o assunto em epígrafe.

Assim, segue em anexo o respectivo programa. Ver »

Com os nossos cumprimentos e saudações botânicas,

A DIRECÇÃO

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DIGA ROSA ALICE EM VEZ DE DIZER BRANCO

March 19th, 2010 por Luís Reis - Editor TriploG

Lindos,

aqui vai o convite para Sto Tirso, do dia 20 para 21.

Apareçam e tragam um poema de humor.
Abraço
Rosa Alice Branco

» Ver Programa

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Download da Provinha Brasil

March 19th, 2010 por Luís Reis - Editor TriploG

Provinha Brasil 2010 está disponível   

 
Está disponível a versão digital da primeira edição da Provinha Brasil de 2010. Os gestores interessados na sua aplicação podem acessar a página eletrônica http://provinhabrasil.inep.gov.br para fazer o download da prova. No mesmo endereço virtual, professores e gestores podem se informar sobre os objetivos da prova, formas de participar, características, aplicação e resultados. Também está disponível todo o material relativo às edições anteriores.

A Provinha Brasil foi criada em 2008 e trata-se de um instrumento de avaliação que tem por objetivo possibilitar a realização de um diagnóstico do nível de alfabetização das crianças das redes públicas de ensino após um ano de escolaridade. Dessa forma, a prova é aplicada aos alunos matriculados no segundo ano de escolarização em dois momentos: no início e no final do ano letivo. As provas são elaboradas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e distribuídas a todas as secretarias de educação pelo Ministério da Educação (MEC). A aplicação da provinha é voluntária e deve ser coordenada pelas redes estaduais e municipais de educação. A correção das provas e utilização dos resultados também é atribuição das redes.

A expectativa do Inep/MEC é oferecer aos gestores públicos e aos professores de suas redes informações sobre o nível de alfabetização dos alunos logo no começo do processo de aprendizagem permitindo, assim, intervenções com vistas à correção de possíveis insuficiências apresentadas nas áreas de leitura e escrita. No final do ano é aplicada outra prova, para que professor e gestor possam avaliar quanto o aluno progrediu ao longo do ano.

Para fazer o download do material disponibilizado, os secretários de educação devem utilizar o CPF e a senha de acesso do sistema Educacenso. Não é necessário imprimir as provas e demais documentos referentes, porque todo o kit da Provinha Brasil já está sendo distribuído pela Secretaria de Educação Básica, do Ministério da Educação, em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), para todos os municípios das 27 Unidades Federativas do Brasil.

O download do Kit do 1º semestre de 2010 é restrito aos gestores das secretarias de educação. Em novembro de 2010 esse material estará disponível para todo o público.

Assessoria de Imprensa do Inep/ MEC

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