Resumo..
Abstract..
INTRODUÇÃO
I. AS LUZES ILUMINAM O BRASIL: A MAÇONARIA BRASILEIRA NO
SÉCULO XIX
1. Considerações iniciais
2. A maçonaria sob a ótica das fontes e da historiografia
2.1. A maçonaria sob a perspectiva dos historiadores descomprometidos
2.2. A maçonaria sob a perspectiva dos historiadores comprometidos
3. Maçonaria e história: das primeiras lojas ao movimento federalista
maçônico
3.1. A colônia se prepara para a emancipação e a maçonaria encontra seu
espaço primitivo
3.2. Maçonaria brasileira como agremiação política da independência
3.3. Maçonaria brasileira: em busca de um perfil nacional
3.4. Da cisão de 1863 ao movimento federalista maçônico
3.5. A presença maçônica no Brasil e o anticlericalismo
II. AS LUZES EM TERRAS GAÚCHAS: HISTORIOGRAFIA E
HISTÓRIA
1. Aspectos iniciais
2. A maçonaria gaúcha sob a ótica da historiografia e das fontes / 148
2.1. O espaço da maçonaria na historiografia descomprometida / 148
2.2. O espaço da maçonaria na historiografia comprometida / 165
3. Maçonaria gaúcha e história: das primeiras ramas de acácia à consolidação
do Grande Oriente do Rio Grande do Sul / 169
3.1. Maçonaria, sociedades secretas e Revolução Farroupilha / 174
3.2. A pacificação do Rio Grande e a afirmação da maçonaria / 184
3.3. As ramas de acácia se espalham pelo Rio Grande / 194
3.4. O federalismo maçônico e o Grande Oriente do Rio Grande do Sul
/219
III. QUEM ERAM E ONDE ATUAVAM OS FILHOS DA VIÚVA DO RIO
GRANDE DO SUL / 247
1. Questionamentos iniciais / 246
2. Origem econômico-social e participação política dos pedreiros-livres
gaúchos / 256
2.1. O enfoque da perspectiva econômica / 256
2.2. Os maçons e a política / 278
2.2.1. Os políticos locais / 284
2.2.2. Os políticos regionais / 287
2.2.3. Os políticos nacionais / 293
3. Os maçons e sua escolaridade: ocupações intelectuais e culturais / 299
3.1. A imprensa e o jornalismo como ocupações preferenciais dos
pedreiros-livres gaúchos / 307
3.2. A literatura e Parthenon Litterario: marco da inteligência gaúcha e
centro intelectual da maçonaria / 321
IV. AS RELAÇÕES ENTRE MAÇONARIA E IGREJA CATÓLICA NO RIO
GRANDE DO SUL NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XIX / 334
1. Considerações iniciais / 335
2. A Igreja Católica no território gaúcho no século XIX / 340
2.1. A presença do clero católico nas oficinas maçônicas / 352
2.2. D. Sebastião Dias Laranjeira e as repercussões da questão religiosa no
Rio Grande do Sul / 357
2.3. As penalidades católicas dirigidas aos maçons: excomunhões e negação
de sepultamento / 368
2.4. A gestão de d. Cláudio José Gonçalves Ponce de Leão no contexto do
final do século XIX / 373
3. A quem pertence a filantropia?: os pedreiros-livres cumprem seu
objetivo/385
3.1. A filantropia maçônica externa /386
3.2. A solidariedade interna maçônica: o auxílio mútuo protegendo os
pedreiros-livres / 394
3.3. As mulheres como elo maçônico das ações filantrópicas /398
4. A maçonaria e a defesa do ensino laico: as escolas maçônicas /404
CONSIDERAÇÕES FINAIS / 421
LOCAIS DE PESQUISA, FONTES E BIBLIOGRAFIA / 438
1. Locais de pesquisa / 438
2. Fontes /438
2.1. Imprensa maçônica / 438
2.2. Imprensa católica / 439
2.3. Constituições e regulamentos / 439
2.4. Discursos e conferências / 439
2.5. Outras fontes / 440
3. Bibliografia
3.1. Bibiliografia específica
3.2. Bibliografia complementar
ANEXOS / 460
1. Quadro de dirigentes maçons no Rio Grande do Sul / 461
2. Quadro de filiados em lojas maçônicas gaúchas / 485 |